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Mudar ou não mudar, eis a questão !

17/03/2010


É difícil notar nossos próprios defeitos, e após certo tempo de convivência, os nossos parceiros notam por nós. Se for algo que desagrade eles em um nível considerável, eles vão reclamar sem dó nem piedade.

Se você namora ou já namorou, provavelmente você já deve ter ouvido um “se você não mudar, nós terminamos“. Frase bem chata de ser ouvida, pois estamos muito acostumados a nos apoiar naquela outra “ele (a) tem que gostar de mim do jeito que eu sou”. E agora? O que fazer?

Calma, calma. Não criemos pânico.

1- Você gosta da pessoa o suficiente para mudar?
Vale a pena mudar por aquela pessoa? Algumas vezes temos características em nós que pessoas odeiam e nós amamos. Mas aquela em específico é tão importante para você? Se for, converse com o seu amado.

2- Você já cedeu?
Temos a mania de tentar sair “ganhando” sempre. Estarmos certos é muito bom, mas e quando não estamos e fechamos os olhos para isso? Perceber os próprios erros não só ajuda a manter o namoro mas também a evoluir como pessoa.
Claro, não podemos fazer sempre, principalmente quando não estamos errados, mas sim ceder na hora certa.

3- E viva o eufemismo!

Ao sermos muito diretos, nem sempre agradamos. Sinceridade sem tato pode machucar bastante e ser mal interpretada. Se ele (a) costuma se magoar com facilidade, tente ser mais carinhoso ao criticar. Pode ajudar bastante.

4- O benefício também será seu.
Se você decidir mudar, ótimo! Só não seja aquele cara chato que fica o tempo todo jogando na cara “eu fiz isso e aquilo por você“. Às vezes é necessário se a pessoa realmente não notou isso, entretanto, citar isso como se você tivesse feito um favor já é bem diferente.

5- É cobrado? Cobre!

Se te cobram, você tem o mesmo direito. Se só há mudanças de um lado, há um desgaste unilateral. O outro também é “responsável” por manter a relação saudável, mas como dito anteriormente, é bem mais difícil notar nossos próprios defeitos do que os alheios. Colabore com seu parceiro.

Óbvio, essas dicas não funcionam só para namoros, mas também para outros relacionamentos. O bom senso sempre deve estar em alta, e também na incerteza do que fazer, não faça, não queremos magoar os outros dando esperanças que nem nós mesmos sabemos se “queremos” concretizar. Dialogo aberto entre o casal é uma boa forma de procurar um ponto de equilibrio na relação.

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