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Heroes

12/04/2010

Por cada ser amaldiçoado com auto-consciência,
permanece uma questão sem resposta:
Quem sou eu?
Lutamos para encontrar ligações viáveis entre nós.
Somos o amigo que se preocupa, o pai amoroso,
a mãe coruja, o filho protegido.
Lutamos e amamos, na esperança que de alguma forma,
juntos, possamos entender a nossa relevância no universo.
Mas no final, ninguém pode partilhar nosso fardo.
Cada um de nós, sozinho, terá que responder a pergunta.
Quem sou eu?
O que significa estar vivo?
E na vasta infinidade temporal,
Qual a minha importância?

Estamos todos conectados,
Unidos por uma teia invisível,
Infinita no seu potencial,
e frágil na sua estrutura.
No entando, enquanto conectados,
somos também meros indivíduos,
seres vazios para ser preenchidos
com infinitas possibilidades.
Uma variedade de pensamentos, crenças.
Uma coleção de memórias e experiências desordenadas.
Poderei ser eu sem isso?
Poderá você ser você?
E se essa teia invisível que nos une
quebrasse, acabasse.. E depois?
O que seria de bilhões de almas solitárias e desconectadas?
Aqui reside o maior desafio das nossas vidas.
Descobrir, conectar, resistir.
Enquanto nossos corações forem puros,
e nossos pensamentos sãos,
seremos realmente um todo,
capazes de consertar o nosso frágil mundo,
e criarmos um universo de possibilidades infinitas.



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